Mais uma da linha de desocupados que acabam criando coisas sensacionais:
Uma artista britânica usa uma máquina de escrever antiga para criar desenhos e
retratos.
Keira Rathbone tecla números e letras e usa os espaços em branco do papel para “desenhar” retratos e paisagens. Para criar sombras, por exemplo, ela tecla diversas vezes no mesmo lugar, imprimindo mais tinta no papel.
Além de retratar pessoas comuns, ela também criou retratos de celebridades, como Nicole Kidman, Kate Moss e Tom Hanks.
A artista leva até 90 horas para terminar alguns dos desenhos mais detalhados, como paisagens.
Ela começou a fazer os desenhos há cinco anos, quando comprou uma máquina de escrever antiga em um bazar.
“Ao invés de escrever, comecei a fazer desenhos com ela e não parei mais”, disse a artista.
Rathbone pretende ir além dos desenhos e usar sua técnica para colaborar com estilistas de moda e aplicar o seu processo de produção na criação de roupas e acessórios.
Eu sei que publicitário é chato com certos detalhes. Eu como chato por natureza e publicitário por profissão tenho mais problemas ainda de implicância com certas coisas. A falta de padrão nas linhas transversais da carris é uma delas.
Bom, comecemos explicando como surgiu a implicância.
Abriu um novo shopping em Porto Alegre, o BarraShopping Sul, lá na zona Sul. Pra quem mora na zona norte, a única linha de ônibus direta que passava próxima ao shopping é a linha T3. Decidiu-se, então, criar uma nova linha (uma ramificação dessa) que passe no shopping. O trajeto é o mesmo em 90% da linha, mas os ônibus tem a indicação desse itinerário alternativo com uma alteração no nome da linha. Até aí tudo bem, por que já existem outras linhas ramificadas em Porto Alegre que funcionam muito bem, a exemplo do T9 e T9 Ipa; do T1 e T1 Direta; e do T2 e T2A. NAsceu então a linha T3.2
JESUS!!!! Por que não manter o padrão no nome das linhas?!?!?! Pq não T3A (a exemplo do T2) ou T3 Barra ( a exemplo do T9)? Porto Alegre tem 4 linhas tranversais ramificadas, cada uma com especificação de nome diferente. É o cúmulo da falta de planejamento, bom senso e identidade visual corporativa.
Convenhamos, tenho razão para ficar indignado, não?
Vocês já repararam na INCRÍVEL semelhança da filha do Didi (por mais que a Istoé Gente queira chamá-la de Lívian Aragão, todo mundo conhece ela como filha do trapalhão) com a Terezinha do antológico clipe dos Trapalhões para a música de Chico Buarque, intepretada por Maria Bethania.
Assistam essa pérola da televisão brasileira e, depois de rir bastante, comparem com a foto publicada pela IstoÉ e deêm seu veredicto.