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Beetlejuice, beetlejuice, beetlejuice…

4 setembro, 2008

Vocês se lembram do filme do beetlejuice de 1988 (ai, como amo a década de 80)? Lembram da cena na foto abaixo?
Acreditem ou não, nem tudo que apareceu no filme é tão fantasia. Esse cara com uma cabecinha que o beetlejuice encontra na sala de espera no final do filme havia mexido com um feiticeiro africano e ficado daquele jeito, lembram?  Logo depois, o próprio beetlejuice fica “encolhido” por caçoar dos dois. Refresquei a memória de vocês? Pois é, isso realmente existe.

Beetlejuice - 1988

Beetlejuice - 1988

Navegando pela Internet me deparei com uma notícia sobre a Mostra de Bizarrices que está ocorrendo em Londres, da coleção Ripley’s Believe it or Not.  Na mostra, além de dezenas de bizarrices e aberrações (que grande maioria o Dean Cain já mostrou pela televisão lol), existe algumas as cabeças humanas encolhidas pelos índios jíbaros (alguns os chamam de jívaros) do Equador (foto).

Robert Ripley

Robert Ripley

Notaram a semelhança? Só o filme me vinha à mente quando vi a foto.

Bom, pesquisei sobre os tais encolhedores de cabeça depois de ter me inspirado na coleção de Ripley e descobri como os tais índios (sul-americanos, pásmem, e não africanos como no filme) fazem os… nem sei como chamar isso!

Detalhes do Processo: Logo que o inimigo é posto no chão, ele é morto com uma flecha que não está envenenada. Em seguida o Jívaro o segura pelo cabelo, e com uma faca curta, feita de bambu, corta-lhe os músculos do pescoço, e as vértebras com uma habilidade cirúrgica e num instante a cabeça é separada do corpo.
Depois ela levada cuidadosamente até que todos se reúnam em torno de uma fogueira.
E o ritual iniciasse com a participação reservadas para os homens da tribo. As mulheres apenas servem bebidas aos homens.
Então é retirado do crânio os os miolos, músculos, olhos, língua, em seguida ele é colocado em uma estaca. O crânio é lavada em água e depois molhado em azeite de urucu, em seguida colocado ao sol para secar. Durante vários dias se repete o processo de lavar a cabeça e coloca-la para secar.
Depois em um total endurecimento do crânio, ele o enche com algodão, coloca-lhe olhos feito de resina, põem-lhe dentes e cabelos fixados com resinas. Os ornamentos são feitos com penas.

Em uma segunda variação do processo temos;
O índio mata seu inimigo, corta sua cabeça, coloca-a num extrato vegetal de Yanamuco, que lhe da uma coloração negra e a conserva da ação do tempo. Reunido com os homens da tribo; ele retirado do crânio os os miolos, músculos, olhos, língua. Depois a cabeça é enchida com areia e seixos quente, que são substituídos diariamente em um processo que dura dias.
Ambos processos fazem com que as células que compõem a parte óssea do crânio, se quebrem e e se contraiam a tal ponto de realmente diminuir o tamanho da cabeça. Em alguns casos a crânio chega a diminuir 50 % de seu tamanho e curiosamente através da regulamentação da contração da pele, os traços fisionômicos se mantém quase que perfeitos
“.

Infelizmente essa prática não é mais realizada (ohhhhhhhh!!!) e também não pode ser feita com o inimigo vivo. Na minha pesquisa descobri que andam produzindo e vendendo no mercado negro europeu cópias fakes das cabecinhas. Uma pena! Só posso prometer que, se algum dia for ao equador e matar um inimigo dos jíbaros, trago a lembrança tsantsa aqui pra Porto Alegre Hehehehehehe

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